quinta-feira, 22 de novembro de 2012

inspiração: as maravilhosamente estranhas fotografias de Diane Arbus

Diane Arbus foi uma fotógrafa americana que nasceu em março de 1923 em New York. Iniciou na fotografia ao se casar aos 18 anos com o fotógrafo Allan Arbus. A temática principal de suas fotografias era o lado mais angustiado da cultura americana. Fotografava "o outro lado" de pessoas julgadas pela sociedade como "estranhas". Um amigo disse uma vez que ela alegou ter medo de ser conhecida simplesmente como "a fotógrafa das aberrações".


Depois de se separar, aprendeu com Alexey Brodovitch e Richard Avedon. No início dos anos 60, deu início à carreira de fotojornalista e publicou na Esquire, The New York Times Magazine, Harper's Bazaar e Sunday Times, entre outras revistas. Por esta altura, escolheu uma máquina reflex de médio formato Rolleiflex com dupla objectiva, em detrimento das máquinas de 35 mm. Com a Rolleiflex teria "vistas largas", mais resolução e um visor à altura da cintura que lhe proporcionava uma relação mais próxima com o fotografado. Entram também em cena os flashes em fotografias tiradas de dia. O objetivo era destacar o essencial e do fundo dos retratos.


Em Julho de 1971 suicidou-se tomando barbitúricos e cortando os pulsos. Em 1972, Arbus tornou-se a primeira fotógrafa americana a ser escolhida para a Bienal de Veneza. Diane Arbus fotografou essencialmente pessoas à margem da sociedade e pessoas comuns em poses e expressões enigmáticas.


Fontes: Wikipédia em Inglês e Wikipédia em Português (textos levemente modificados).


Algumas fotografias que consagraram Diane:







"Para mim o sujeito de uma fotografia é sempre mais importante que a fotografia. E mais complicado…"
(Diane Arbus)
Diane Arbus (por Allan Arbus)

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