Depois de se separar, aprendeu com Alexey Brodovitch e Richard Avedon. No início dos anos 60, deu início à carreira de fotojornalista e publicou na Esquire, The New York Times Magazine, Harper's Bazaar e Sunday Times, entre outras revistas. Por esta altura, escolheu uma máquina reflex de médio formato Rolleiflex com dupla objectiva, em detrimento das máquinas de 35 mm. Com a Rolleiflex teria "vistas largas", mais resolução e um visor à altura da cintura que lhe proporcionava uma relação mais próxima com o fotografado. Entram também em cena os flashes em fotografias tiradas de dia. O objetivo era destacar o essencial e do fundo dos retratos.
Em Julho de 1971 suicidou-se tomando barbitúricos e cortando os pulsos. Em 1972, Arbus tornou-se a primeira fotógrafa americana a ser escolhida para a Bienal de Veneza. Diane Arbus fotografou essencialmente pessoas à margem da sociedade e pessoas comuns em poses e expressões enigmáticas.
Fontes: Wikipédia em Inglês e Wikipédia em Português (textos levemente modificados).
Algumas fotografias que consagraram Diane:
"Para mim o sujeito de uma fotografia é sempre mais importante que a fotografia. E mais complicado…"
(Diane Arbus)
| Diane Arbus (por Allan Arbus) |


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